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Sinopse
Nesta história de amadurecimento o professor Carlo motivado e idealista embarca numa jornada para motivar seus alunos a buscarem respostas para a pergunta: O que é a arte?
Além de enfrentar o descaso por sua matéria, Carlo ainda sofre homofobia por ser gay. Porém o grupo de estudos formado por 5 alunos resiste.
Num sistema desigual e preconceituoso os 5 adolescentes enfrentam situações de racismo, machismo, intolerância religiosa e a constante presença da criminalidade tentando seduzir a juventude.
O Cajueiro de Carlo é uma declaração de amor à arte e ao magistério, emoldurado por cenários tropicais e tradições das raízes africanas da Bahia, o berço cultural do Brasil. Uma história de resistência e coragem.
Mais independente? Impossível!
Quem assiste a esta obra com um production value ao nível de grandes estúdios não acredita na história dos bastidores desta produção.
Tudo foi produzido quase completamente com recursos próprios, apoios e doações. Desde a pré-produção, os equipamentos, a produção, as locações de filmagem, o trabalho voluntário dos atores, a participação dos grupos culturais e o apoio da prefeitura. Apoio financeiro apenas para parte da finalização através dos recursos da Lei Paulo Gustavo.
A equipe da Braig Brothers será eternamente grata a todos os envolvidos que colaboraram para a realização desta obra e ficamos muito felizes com o impacto que o projeto está tendo em Canavieiras. Conseguimos movimentar uma cidade inteira em prol da sétima arte, encontrar novos talentos e com isso criamos um novo sonho para o povo de Canavieiras.
Curiosidades
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Os dois irmãos aparecem na obra.
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Em algumas cenas, os irmãos eram toda a equipe técnica, estando assim dirigindo, iluminando, filmando e gravando som. Por isto para muitas cenas não foi possível gravar um making of.
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O padrinho cinematográfico dos irmãos, Rogério Sagui, as vezes entre uma e outra gravação sua em set de Netflix pedia making of dos Braig Brothers, pois ele acha fascinante o nível de production value que eles conseguem produzir com pouco recursos, criatividade e equipe tão reduzida.
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Todos os atores são baianos e apenas dois (Vertin Moura e Perimar Moura) são de fora de Canavieiras.
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Durante as gravações do polo dos bandidos, surgiu um boato na cidade que os assaltos às lojas haviam recomeçado.
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A história é inspirada num professor real.
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A vida imita a arte: o projeto foi em alguns momentos sabotado e desvalorizado por um pequeno grupo que deveria defender a arte e a cultura.
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Todas as frases do professor vilão são baseadas em fatos reais.
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Grande parte do elenco nunca foi ao cinema. Canavieiras não tem mais um cinema há décadas.
Teasers, Stills e Making of
Teasers e Trailers
Stills
Making of
Imagens
Videos
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Ficha técnica
| Direção | Aiky Braig Tales Braig |
| Produção | Braig Brothers Ltda |
| Roteiro | Ana Valéria Matias Braig Aiky Braig Tales Braig |
| Produção executiva | Ana Valéria Matias Braig |
| Trilha sonora original | Tales Braig |
| Direção de fotografia | Aiky Braig |
| Preparação de elenco | Tales Braig |
| Direção de arte e cenografia | Aiky Braig |
| Elenco principal | Vertin Moura Alldo Souza Daniel Leal Rafaele Caetano Alves Marx Ribeiro Gabriel Reis Fernanda Teles Perimar Moura |
| Som | Daniel Guerreiro Tales Braig Gabriel Reis |

A expressão do audiovisual independente no interior da Bahia é notável através da poesia e questionamento presentes no cinema dos Irmãos Braig. “O Cajueiro de Carlo” destaca-se pela sua capacidade de criar uma obra envolvente com uma equipe reduzida e recursos limitados.
Rogério Sagui, diretor (Globo, Netflix, HBO)
